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GP Cingapura
Acampamento
Chove muito ainda! Há mais de uma semana está chovendo em Porto Alegre e interior.
Decido que não vou correr, e nem vou passar o domingo em casa. Me arrumo para ir ao Acampamento do Parque da Harmonia. Por volta de 11:00 h saio de capa e de botas plásticas. Levo comigo a camera e vou tentando registrar algumas coisas, como as árvores à beira do Arroio Dilúvio da Av. Ipiranga. Quando chego obsrevo que, as ruas do acampamento estão praticamente inundadas!
Me lembro de uma exposição fotográfica dentro do piquete Marca Gaúcha e ao meio-dia tinha um churras no piquete Cancela da Liberdade (Caixeiros Viajantes) a R$ 13,00.
Logo na entrada, um piquete muito animado com diversos espetos em fogo de chão. Me horroriza um pouco a cena! Sigo fotografando e desbravando aquele lodaçal das ruelas. Encontro outro piquete com características campeiras mostradas com carro de boi, corte de lenha no machado, um galo preso e uma galinha passeando com seus pintinhos, sossegadamente.
Consigo um jornalzinho com um mapa. Os mapas espalhados pelo parque são imensos, mas juntam muita gente ao seu redor. Visito a Área de Convivência, onde há painéis com as 8 façanhas. Na mesma área encontra-se a Feira de Exposição. Um expositor me chamou a atenção pela criatividade dos seus trabalhos: Arte em Ferraduras.
Me aconchego nos pelego do galpão da RBS para apreciar um vídeo do Nico Fagundes. Na entrada exposta a Cruz das Missões. Ao sair recebo de brinde uma amostra do Café 3 Corações.
Começo a procurar a mostra de fotografias que fui para visitar, já que no sábado haveria jantar de arrcadação organizada para fundos aos bichos de rua. Tive dificuldade em encontrar o lote 240, o Marca Gaúcha. O cheiro da comida está por toda parte. Opto por comer algo rápido. Peço 1 chops e dois pastel. Na frente do stand em que estou passam carrinhos apinhados, e também pôneis passeando. Vejo um piquete fazendo churrasco e fico atenta para duas vaquinhas vivas. Minha curiosidade me faz terminar de comer e ir ter com o dono desse local para saber dele, se os animais ali pastando sossegadamente iriam ser abatidos?
-Ele me garante que elas são seu sustento!
Continuo a caminhar e observar ao meu redor, e finalmente a chuva dá trégua. Estão aumentando o número de pessoas no parque.
Aperto o passo. Muitas coisas ainda me chamam atenção, como um cercadinho de gansos, galinhas e pavão. Mais informações sobre a exposição de fotografias e nada! Falo com um brigadiano montado num cavalo, e o mesmo começa a se mexer. No piquete há muita festa e está tocando alto uma música, a qual parece fazer o cavalo querer dançar. Me assusto!
Mas oque vejo mais a frente, onde se aglomeram muitas pessoas, é terrivelmente grotesco. Neste piquete o 'auge da bárbarie'! Duas ovelhas são tosquiadas de cabeça para baixo. Elas foram degoladas ali ao vivo e a cores. Agonizaram para morrer, oque fez que pessoas ficassem observando ao redor o sofrimento e a crueldade. O estancieiro ainda expôs as duas cabeças no chão como trunfo.
Na Administração do parque peço informações da mostra novamente. Demoro a sair dali porque a informante desconhece o assunto. Quando consigo saber o lote da exposição que foi organizada pela Ong Bicho de Rua que por causa da enorme população de cães e gatos abandonados pelas ruas das cidades tenta chamar atenção desse fato.
Nesse momento chegam duas mulheres aos prantos, pedindo uma providência quanto a crueldade com que presenciaram a morte das ovelhas. Percebo que não há uma efetiva orientação e solução para o caso. Me interesso no assunto e procuro saber onde estaria a Vigilância Sanitária para averiguar a legalidade do abate.
A atendente desconversa diante do nervosismo da mulher que ali está a pedir esclarecimentos. Um segurança da prefeitura do parque chega dizendo ter falado com o gaudério do piquete em questão. Saio dali e descubro que posso falar com o Cuca que é o Prefeito. Ao voltar na Administração noto que não vai ser tomada nenhuma atitude sobre o abate e preocupada falo com o locutor da rádio. Imediatamente ele me leva ao vice-prefeito. A denunciante volta a cena e digo-lhe que se acalme, pois irão tomar medidas cabíveis.
A reportagem da TVE está passando no local e eu aciono-os imediatamente. Fui bem sucedida e o repórter Nilton Schoeler encampou a pauta, e o assunto virou matéria que foi ao ar no jornal do meio-dia na segunda-feira.
Semana Farroupilha
O tempo estava bom, mas eu sabia da previsão metereológica de tempestade para a tarde do feriado.
Quase não parei de correr, e enquanto olhava os participantes na concentração do desfile observei como deve ser difícil a espera da hora de começar. Quando cheguei ao gasômetro pela avenida ipiranga passam por mim os batedores em motos que vinham abrindo passagem para a governadora encima de um tanque de guerra. A parada estava prevista para às 9:30 h da manhã. O percurso saía de frente do Cais até o Parque da Redenção. As pessoas se aglomeravam nas calçadas. No Largo Glênio Peres haviam arquibancadas mas não comportaram a imensa massa. Na apresentação oque me chamou atenção foram os xilofones, tocados pelos alunos de escolas estaduais. Atravesso o parque correndo e volto para casa descansar.
Expointer 2009
Se enganou meu bem, podesim, pode vir, pode!
As notícias são de que até o momento já foram cadastrados diversos profissionais de imprensa para cobrirem o evento aqui na Central de Imprensa Armando Ferreira, no Parque Estadual Assis Brasil, em Esteio por onde passaram 300 jornalistas de todo o país, inclusive Argentina e Uruguai.
O local tem duas salas de redação, sala para fotógrafos, sala de atendimento e credenciamento, escaninho para exposição de press releases, 13 cabines de transmissão de rádio e TV, sendo uma especial para a Imprensa do Estado. Além disso, a central disponibiliza 50 computadores, telefones, linhas de conexão via Internet, auditório para eventos, serviço de atendimento à Imprensa e de informações gerais sobre o evento, e disponibiliza um endereço de email (redação@expointer.rs.gov.br) para recebimento de press releases para publicação na página Web.
Dentre as inumeras atrações eu destaco a raça de um cão que, era totalmente desconhecida por mim o blue heeler ou boaideiro australiano. É um cãozinho de pequeno porte e pelagem estranha como se fosse mesmo azul, pois o pêlo debaixo é preto e o superior esbranquiçado e é dessa mistura a ilusão de se ver o azul. Ele é diferente do border collie pois sua principal característica no campo é de "um cão empurrador da boiada".
Outro atrativo na feira foram os ovinos e caprinos que apesar do ambiente, vi que algumas fêmeas pariram seus filhotes ali mesmo. No Brasil somente no início do século XX o Hampshire chegou ao Estado do Rio Grande do Sul, por intermédio de criadores que o trouxeram da Argentina. É muito comum o nascimento de gêmeos nesta raça.
Faltaram os suinos, pois o avanço da gripe A no Estado impediu os produtores de estarem presentes. fotografei um momento bike na frente da praça central havia um fantasiado de mosquito da dengue e uma crianinha apareceu na cestinha da bike de seu pai para saudar o bicho!
O maior atrativo como sempre fica com os equinos, que além de maiores valores de compra e venda, são cada vez mais bonitos.
Destaco a minha especial simpatia pelo gado zebu, um gado de origem indu. Ele também é gado leiteiro e é muito conhecido em diversas regiões do país. Diferentemente do gado holândes que sofre muito com o clima quente, apesar de ser encontrado em quantidade no RGS.
Paralelamente
Certo! Estive nela mesmo não tendo como arcar com o custo da inscrição!?
Bem, pode não parecer justo correr nas paralelas, afinal tudo acaba sendo apenas de brincadeira. Eu acho que, esta brincadeira foi boa demais como mais uma experiência, no atletismo dos 5km. O percurso que fizemos os mais de 3000 atletas, saiu da Av. Edvaldo Pereira da frente do Parque Marinha do Brasil, indo em sentido ao S.C. Internacional.
Nas primeiras passadas comecei achar que o meu joelho direito fosse me impedir de terminar a prova. Mas, quem dita mais forte as coisas é mesmo o nosso pensamento, e acabei bem a prova. Não sei em quanto tempo fiz, mas encontrei o Jorge Goelbs da Academia Centter, a qual corro Triathlon, e a Paulinha, campeã do triathlon ano passado, correndo próximos de mim.
Só prá variar a campeã feminina foi a Elenir Stropper, e a nossa Stéphanie Perrone ficou muito bem na sexta colocação, dos 10 km.
De início mudei meus planos indo à essa prova, porque na verdade eu tencionava ir à Três Coroas, correr a última Etapa da Copa Gatorade de Ciclismo. É que como primeiro que nenhum ciclista se preza em convidar, e segundo uma carona de carro não rola mesmo.
Pensava em ir porque este ano que comecei a corrernesta etapa foi pela equipe de Novo Hamburgo / São Leopoldo /Equipe Oda Bike que imagino ter ganho como equipe por pontuação.
Sonho desfeito, pois sem carona, nem parceria de pedal eu também não tinha como acertar do meu bolso, a inscrição que hoje custa R$ 30,00 mais despesa de viagem, alimentação, etc.
Vitória! Ao final do dia, ainda cheguei em casa e isso depois de uma tarde de muito sol, na beira da piscina, em pleno inverno. Eram 16:50 h quando entrei para votar e declarar meu alto e sonoro NÃO, na Consulta Popular!
Primmmmm! Confirma NÃO!
Votei coesa de minha posição contrária à construção dos espigões na área do Estaleiro Só na Orla do Guaíba junto às mais de 10 mil pessoas conscientes desta cidade.
Problema é que é muita Estrela
Maluca Beleza que sou, tinha me esquecido da data de morte do grande poeta e rock star.
Inclusive, postei música "Muita Estrela, pouca Constelação". Ela ilustra meu momento de residência em PoA.
Num dia de show do Raulzito, eu tinha ido buscar ingresso prá de noite e encontro o doido sentado tomando ceva sozinho. Ele vê que passo por ele pedalando e chama: 'vem cá, vem'?!
Fiquei desencorajada de passar a tarde em sua cia. Cumprimentei-o, e me fui!
Oportunidades como essa nunca mais voltam.
Esse foi um dos seus últimos shows na década de 80 e poucos. Ele tocou num local que era pequeno, e vi o show a poucos centímetros de distância. Essa era uma casa de espetáculos próxima ao Shopping Ibirapuera. Nem sei se ainda existe, ficava na rua Rouxinol que é um belo pássaro, e canta também.
Salve a todos os que estamos aqui de passagem e aos que têm coragem.
Ele nos deixou mas, continua em nossas mentes, cada dia mais vivo e, explicando certas forças ocultas que veem nos incomodar sempre.
Obrigada, grande mestre Raul Seixas.
Tudo ao mesmo tempo agora
O calor bombou, pela primeira vez, depois de 4 anos consecutivos de prova que foram feitas sempre debaixo de chuva.
A competição foi organizada pela Fgtri e quem sediou foi a Academia Raiasul Clube do Comércio em Porto Alegre, que fica na rua Bastian, atrás do Shopping Praia de Belas.
Estive disputando apenas a fase de ciclismo, porque fizemos revezamento e quem nadou foi a Tatiane Gorski (Campeã Fem. Triathlon) que já se encontra bem e recuperada, após sobreviver a um terrível acidente durante um treino na frente do Beira Rio, no início deste ano.
Essa era uma competição, basicamente de velocidade, nas três modalidades que se repetiam por três vezes. Nós éramos as únicas competidoras do revezamento feminino. Me senti um tanto tensa desde a véspera da prova, porque tive que conciliar num mesmo dia duas coisas diferentes. O ciclismo foi pela manhã, e a tarde o concurso. Tive que fazer um deslocamento do bairro Menino Deus até o Passo das Pedras. O concurso foi na FAPA, e lá não tem nenhum tipo de bicicletário, e nem de por motos, apesar do largo estacionamento para os carros. O entorno da faculdade é todo cercado de área verde. Muito bonito por sinal!
Foi a competição mais tensa que já fiz, depois do meu estouro de câmara mastigada na Volta das Hortências faltando apenas 4 ou 5km da chegada. Mas, neste domingo o trauma foi parecido, porque ao sair de casa peguei a avenida Ipiranga e na altura do bairro Santana meu pneu dianteiro estava meio murcho para corrida e eu parei em um posto de gasolina para completar. Dai era enchê-lo e ele esvaziar em seguida. Comecei temer não chegar a tempo do horário de largada da corrida. O motivo era o de um ventil que se quebrou tempos atrás e descobri que era esse o problema. Por mal ou bem tive que trocar, e o fiz mas, debaixo de muito nervosismo que até quebrei uma das espátulas na correria.
Incrível, nessa hora não tem nenhum cavalheiro por perto!
Bicampeão Mundial
Dessa feita ele já tinha competido e ganho ouro nos 50m.
Foi no pódium que eu acompanhei a segunda vitória do atleta.
Ele estava fantástico no lugar mais alto, cercado pelos franceses.
E viva o Ano da França no Brasil!
E viva o Guaíba que, hoje reuniu porto alegrenses que almejam transformar a sua orla em área de lazer, e não como alguns gananciosos empresários pretendem fazer subir espigões. Eles vão enfeiar e poluir o local que é um dos pontos da capital com um dos pôr-do-sol mais belos.
Aliás, hoje estava demaisssssssss.
Ah! lá no manifesto do Estaleiro Só, foi a Casa de Cinema de Porto Alegre quem encabeçou o ato.
Ourooooooooooooo
O ouro é nosso!
E a surpresa foi muito boa, já que ele não saiu como favorito mas, foi um grito de alegria que dei no dia de hoje. O paulista já o é campeão olímpico nos 50m nas Olimpíadas de Pequim.
Esse foi o Campeonato Mundial de Natação que acaba de acontecer em Roma, na Itália, às 13:35hs, Ciélo bate novo recorde também, ao fazer 46s91.
Mapa Mundi
Foi na Band Am640, às 22:00h, no programa Mapa Mundi do Henrique Reizler, inclusive o secretário Luís Afonso Senna (que em nada nos lembra a rapidez do herói do automobilismo brasileiro Airton Senna) foi entrevistado ao telefone. Participei mandando e-mails mas, há um tempo atrás, já tinha feito contato com o apresentador, pois ouvi um comentário dele referindo-se às reais possibilidades do uso da bike nas capitais brasileiras.
Um conterrâneo Artur Simões que, já percorreu de bike no mundo 35.000 km, opinou sobre o assunto, e também o Pablo e o Lagartixa nossos conhecidos, igualmente falaram no programa que ouvi pelo computador, já que nunca consigo ouvir as rádios AMs.
Isso porque adoro futebol, mas sempre opto por encontrar alguma emissora que transmita os que mais me interessem e ouço muito mais a Bandnewsfm, que é uma companheira fiel dos dias frios e solitários para essa paulistana passar aqui em PoA.
E viva, os dias claros e ensolarados no planetinha, mesmo que com esse frio de porta de geladeira que faz aqui!
Chove prá caramba...
E ainda, com transmissão de gripe suína.
Afê!
Saí pedalar somente perto do meio-dia, pois fiquei imaginando... imaginando e imaginando.... com que roupa eu vou pro samba que você me convidou.
Bem capaz!
Não tenho tido nenhum convite ultimamente pra pedal, e acho que é pela falta de mulheres corajosas que pensem e decidam, que se não tem cão caça com gato, ou seja com o sol, seja com a lua eu acabo indo dar minha banda!
Subi toda Perimetral até a Restinga mas, dali não passei, já que outro dia marginais com bike tentaram se fazer comigo. Sorte minha que me safei dos malas. Mas, prevenir sempre é melhor que remediar.
E pouca roupa ajuda a não transpirar demais, e isso nos conserva melhor o calor no corpo nos pedais com esse frio!
Honey
Pelo menos essa é a impressão para quem sai encima de uma bike, como eu faço diariamente.
Apesar de não ter chuva fina, nem ventão a sensação térmica era o mesmo que abrir uma porta de geladeira e não fechá-la.
As partes que mais sentia eram as mãos e os pés.
Lembrei-me disso no calor da minha casa agora a noite.
Observei muitas pessoas na rua e a maioria vestiam-se parecidas, tipo uma calça jeans bem apertadinha com botas de cano longos, casaquinhos ou jaquetinhas, e cachecóis. Nos homens observei apenas um ou dois homens de terno e paletó, sem aquela montoeira de blusas de lã.
Não deixo de me lembrar que vi um ou dois guris apenas de moletom.
Minha roupa causa muita estranheza, já que estou constantemente de calça leg ou moleton. Pedalando não se consegue acumular muita coisa no corpo. Noto que por onde eu passo sou olhada nas pernas, por estar mostrando uma parte do tornozelo, e sempre calçando tênis!
Ah... doce mel, mel de abelhas, abelhas com e sem ferrão, claro!
Como passei pela Redenção nessa mesma manhã fria ouço numa entrevista a diretora do depto de meio ambiente da PUC, profa. Betina, nesse canal de tv ela falava das 'amigas abelhas', especialmente da jataí que, para os desconhecidos é uma espécie sem ferrão, e seu mel é muito raro, e também muito caro devido a pouca produção anual.
Também ouvi outra notícia de que populares solicitaram a retirada de abelhas que apareceram na área dos brinquedos do parque hoje.
É uma pena, oque as pessoas pensam quando se referem às abelhas encontradas na cidade, porque existem muitas espécies que já estão entrando em extinção.
Desafio Intermodal
O trajeto foi do Mercado Público Municipal até o Parque da Redenção e teve inclusive, a participação de um cadeirante, demonstrando a existência das muitas dificuldades enfrentadas pelos deficientes. Uma equipe de ciclistas de tele-entrega, e mais um reclineiro, Olavo estiveram presentes ao evento que aconteceu nesta terça, dia 21, às 17:30h.
Duathlon Centter
Logo cedo me preparo para mais uma prova de ciclismo. O trajeto deste circuito é feito de muitas subidas e descidas, todas bem fortes. O asfalto estava muito molhado quando cheguei ao local, eram 9:30h. Nesse horário ainda tinha muita água que caiu durante a noite toda. Me preocupei porque correr com chuva, sempre é perigoso para o atleta, e sem contar que o público fica dentro de casa. Aliás, ali tem um grande público, já que é um bairro novo, Jardim Europa que, está bastante populoso, devido aos grandes edifícios construídos nesta região nobre da cidade.
Na 2a. Etapa do Campeonato Estadual, nosso atleta masculino elite, Jonas de Araújo Rocha foi o melhor, e no revezamento categoria feminino, também Stéphanie e eu obtivemos o primeiro lugar no pódium.
O total de meu percurso do ciclismo foram 24.710m e na corrida a Stéphanie fez 8,610km
O resultado do jogo no Grenal foi 2x1, e dale Grêmio!
Ciclofaixas
Conclusão, ganhei um braço quebrado e dae em diante a luta não parou mais!
O acidente no trânsito, em que um coletivo me fraturou o Úmero e não me socorreu, foi sendo solucionado com a ajuda da Ong Vida Urgente. Passado um tempo, tive o prazer de enquanto me deslocava para o Fórum Social Mundial/2005 (FSM) encontrar, em plena Av. Ipiranga próximo de onde me acidentei, um bando de ciclistas em uma passeata por Paz no Trânsito. Imediatamente me uno a eles neste protesto pacífico.
Neste mesmo dia participo de oficinas que discutem a bicicleta como forma de mobilidade urbana mais viável nos tempos de crise. Também discutimos propostas de se construirem mais ciclovias e ciclofaixas nas cidades.
Hoje ano 2009 existe um projeto proposto pela EPTC, e alguns técnicos que foi aprovado no Plano Diretor e promete investir essa verba na construção de 4 ciclovias em Porto Alegre.
O caso da quase extinta ciclofaixa que compreende o Caminho dos Parques teve muito pouco tempo de funcionalidade dentro da proposta e seu surgimento que foi a de ligar os parques da cidade. Esse caminho deveria funcionar em domingos e feriados, mas muitos pontos dessa ciclofaixa, que sai do Parcão e chega no Gasômetro, já nem se vê mais sua pintura no chão, ou respeito da parte dos carros que estacionam ao longo da mesma. E com um detalhe, que é a total falta de fiscalização por parte de autoridades competentes de trânsito.
Circuito Gaúcho Master Natação
Em 21 de março tinha competido pela Equipe de Natação do Clube Caixeiros Viajantes pela I Etapa na Sociedade Ginasta de Novo Hamburgo. Além de tudo foi um treino de bike, porque eu fui e voltei no pedal.
Yoga do Parcão
A psicologa Maria Luíza Rossi é quem nos orienta toda semana, mas no segundo domingo a dose é dupla, e outra pessoa que demonstra muito conhecimento da prática de yoga integrativa aparece no segundo tempo. sempre das 10:30 às 11:30h depois de 11:30 às 12:30h.
Eu gosto de ambas.
As práticas têm acontecido há mais de 17 anos.
Essa atividade acontece no Parcão, gratuitamente.
9 de Julho
Inclusive, enrolada nas mantas, por causa do frio, estou agora a procurar incansavelmente alguma transmissão da prova ciclística.
Em vão! Nada encontro pela net, diferente do funeral do Michael Jackson há dois dias, onde além de ser transmitido ao vivo pela TV, na internet se acompanhava igualmente.
Como é a prova ciclística mais antiga e tradicional criada, aliás por um jornalista de São Paulo - Casper Líbero, creio que deveria ser mostrada em detalhes.
Encontro um site que transmite corridas do Tour de France, mas nos 'canis esportivos' daqui nenhuma imagem do autodromo de Interlagos, José Carlos Pace.
passo a bola!
Talvez encima da hora, esta notinha sobre o resultado da prova ciclística, a campeã feminina Débora Gehardt, da qual pedalamos juntas numa prova ano passado em Nova Hartz.
Lembro que ela gritou bastante comigo, num determinado momento, me aconselhando a baixar mais as marchas... hehe. Foi uma canseira, ninguém conseguia acompanhá-la no circuito, depois ela foi buscar vantagem na categoria Elite e correu com os homens de igual pra igual.
De verdade, o mito que homens pedalem diferente das mulheres vai por água abaixo, com essa guria no cenário ciclístico, atualmente.
É uma honra para mim ver onde ela chegou!
E a bolha estourou
Via o cantor ultimamente, com sentimentos confusos que, iam da repugnância a piedade.
Difícil entender como a superficialidade pode chegar a níveis tão altos!
Para mim ele é o fruto, e o exemplo das supers, super produções, super estrelas, super famosos, super ricos, super estranhos, supers...
Lygia Clark, preocupando-se mais com a cura do que com a performance, deixou de querer ser vista como artista ao se aprofundar na psicanálise. Aqueles que buscaram ir até o limite da equação arte-vida perceberam que há uma linha a partir da qual uma ação já não deve mais ser considerada arte. Não porque seja menos interessante do que a arte, mas porque seria falseamento vê-la como tal. Essa linha não é tão facilmente visível, é como a superfície de uma bolha. Fazendo- a inchar, cedo ou tarde ela explode. Não há como levar o mundo todo para seu interior. Nem há motivos para isso, pois há coisas que se tornam mais pungentes quando em outras esferas. O que não se pode é tomar uma bolha, devido ao formato esférico, pelo planeta, pois a arte não é maior que a vida. (revista DaSartes - Ivan Hegenberg)
Os exageros da modernidade vão justamente da necessidade de extremos exageros.
Peguei ontem num canal de TV depoimentos de zootecnistas e veterinários sobre o desrespeito a vida animal. No documentário há esclarecimentos de que são totalmente violados os direitos animais por conta da produção de alimentos em mega escala.
Há uma campanha no site da wspabrasil.org sobre o resgate e concientização das pessoas mostrando que existem de fato na Declaração Universal do Bem Estar Animal um grande desrespeito com os bichos dos quais nos servem de alimento todos os dias. Porém, eles nem sequer são cogitados em certos países como o nosso. Em muitos países da Europa já há essa conscientização e engajamento dessa luta que se inicia, lentamente.
Que fazer então? Abandonar os hábitos de comer carne totalmente?
Aquatlon Caixeiros
Presentes atletas de Porto Alegre e seus munícipios, e até a vencedora da prova feminina, Susana dos Santos, advinda de Brasília. Foram 1km de natação e 5,3 km de corrida.
O evento foi uma realização da AGTri e FGtri, com apoio de Saúde no Copo, que distribuiu "vales - saúde" aos atletas participantes. Eu conferi o saborossissímo Blueberry's, servido por lá!
Mais conhecido como fruta da longevidade e, é preparado com suco de uva com banana e blueberry.
Jornalistas foram às ruas


Chego um bocadinho atrasada mas, há tempo de me engajar aos manifestantes concentrados na esquina democrática, no centro de Porto Alegre.
Faz frio e a tarde é cinzenta como são as figuras levantadas nos cartazes fotográficos dos juízes que mandaram cortar nossas cabeças. Mandaram como no filme de Alice em que a rainha mandava cortar as cabeças dos baralhos apenas por extrema crueldade, e a máxima do poderio, do autoritarismo completo, e porque não dizer surreal; como a alusão feita ao desenho de Lewis Carrol nessa atitude tomada para cassação dos nossos diplomas e conquistas profissionais de 40 anos a mais.
Circuito Adidas
Bem capaz que eu pude! A culpada foi a TV e o cinema novamente.
Primeiro tive a honra e o privilégio de ver LOKI em pré-estréia no cine Arteplex. Esse músico 'Arnaldo Batista' tem uma importância para música brasileira que muitos ainda desconhecem. Convivi por mais de ano em sua residência, no bairro de Vl Mariana-SP, onde todas as tardes rolavam ensaios da Patrulha do Espaço, banda agora de meu ex-namorado que era o batera. Eu, como o próprio Arnaldo, sensíveis ao extremo que somos, passamos ambos por um período de inferno astral. Infelizmente!
Porisso, indico que vejam a esse belíssimo documentário, dirigido por Paulo Henrique Fontenelle que no final deste ano será exibido no Canal Brasil de TV. Tendo sido aclamado como melhor documentário em festival de cinema de São Paulo.
Achei essa homenagem mais que merecida. Digo que até meio tardia, pois vemos nessas gerações mais novas do meio um enorme desconhecimento. Esse cabeça dos Mutantes sempre será mais um Sobrevivente, e é com isso que me importo.
[Dizem que sou louco por pensar assim
Se eu sou muito louco
Por eu ser feliz
Mais louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz]
E apesar, de ter saído mais tarde de casa para ver se correria paralelamente, não me animei por ter deitado tarde na véspera. Quando cheguei na Beira Rio, olhei a chegada de alguns. Existe aliás, uma senhora corredora, talvez se chame 'Maria' que, folcloricamente corre de chinelinhos sempre!
Ela termina sendo ovacionada, e não por ser a melhor mas, por ser guerreira.
Já que fui de bike peguei carona com uns dois ciclistas.
Fomos até Ipanema e nos sentamos lá, num belo café de frente para o calçadão.
Jogamos conversa fora, mas o local é bastante convidativo e serve muito bem. Fica ao lado da entrada para um restaurante de culinária japonesa.
Voltamos por um trajeto mais longo e com mais subidas, oque tornou o domingo quase completo. Depois foi olhar o Brasil jogar e bateu uma grande preguiça, como diria Macunaína.
Ah, o outro filme foi "Infidelidade", com o sempre maravilhoso Richard Gere!
A Luta Continua
José (Carlos Drummond de Andrade)
E agora, José?A festa acabou,a luz apagou,o povo sumiu,a noite esfriou,e agora, José?e agora, você?você que é sem nome,que zomba dos outros,você que faz versos,que ama, protesta?e agora, José?
Está sem mulher,está sem discurso,está sem carinho,já não pode beber,já não pode fumar,cuspir já não pode,a noite esfriou,o dia não veio,o bonde não veio,o riso não veio,não veio a utopiae tudo acaboue tudo fugiue tudo mofou,e agora, José?
E agora, José?Sua doce palavra,seu instante de febre,sua gula e jejum,sua biblioteca,sua lavra de ouro,seu terno de vidro,sua incoerência,seu ódio – e agora?
Com a chave na mãoquer abrir a porta,não existe porta;quer morrer no mar,mas o mar secou;quer ir para Minas,Minas não há mais.José, e agora?
Se você gritasse,se você gemesse,se você tocassea valsa vienense,se você dormisse,se você cansasse,se você morresse...Mas você não morre,você é duro, José!
Sozinho no escuroqual bicho-do-mato,sem teogonia,sem parede nuapara se encostar,sem cavalo pretoque fuja a galope,você marcha, José!José, para onde?
Duathlon na Beira Rio
Precisou chover!
Uma chuvinha fina, como diriam os paulistas: a chuva fininha é garoa.
E dae? Muitos diriam, mas é que essa foi a maneira de eu levar a bike pra uma geral. Depois da última competição no Duathlon Hebraica, onde se corre, depois pedala e termina correndo num circuito de 28Km para pedal e mais 12km de corrida dividida em 8km iniciais e mais 4km finais.
Estava com o segundo lugar garantido, mas por culpa de uma falha na bike, foi por água abaixo. Não chovia não, apenas que na quarta volta as marchas da magrela me empenharam. Acabamos ficando em terceiro, já que na corrida a parceira de revezamento, a triathleta Stéphanie Perrone teve excelente tempo, desempenho e garra somados.
O Urso

Em mais um sábado daqueles onde planejo, planejo, e não faço! E ainda que dentro de uma sala de cinema a vida aconteça, mesmo quando queiramos ficar ausentes dela.
Mas enfim, vejo na telona o filme Terra que mostra como funciona a sobrevivência animal hoje. Como dizia o cantor/compositor Beto Guedes: "Terra tão te maltratando por dinheiro".
A Disney mostrou neste filme a vida familiar e o desenvolvimento de três espécies: os elefantes, as baleias e os ursos. No filme marcou muito mais a narrativa da vida do urso, pois ela nos põe na cara que pela nossa interferência brutal de consumo excessivo e inútil essa espécie está sendo extinta aos poucos do planeta.
Seremos mesmo humanos?
Fiquei triste, e disto surgiu um porquê na minha cabeça por dias e dias!
Teríamos nós o direito de determinar o fim de futuras gerações de espécies animais no planeta?
Espécies que diferentemente de nós, conviviam em harmonia com as suas sobrevivências.
O filme mostra-nos que através de nossa interferência na natureza geramos catástrofes, como no caso do urso polar que deveria poder se alimentar normalmente, mas que com os degelos das calotas polares está morrendo.
Outra demonstração da falta de planejamento nas cidades, tem sido o abandono de cães e gatos, seja pelas ruas das cidades, ou pelas rodovias, num assustador crescente.
Como ciclista e cicloturista, inclusive, presencio cenas de profunda dor e sofrimento, que por pouco me fazem querer continuar em minhas andanças. Sim, porque é triste, quando posso apenas ser a observadora, e por conta disso, me vejo em posição de total impotência.
Presenciei recentemente um grande cão que atreveu-se a cruzar a BR 116, apesar de meus protestos e gritos foi de encontro à morte, de uma maneira muito cruel. Atravessou a pista e chegou num paredão, de onde ele não deve mais ter conseguido sair com vida...
Infelizmente! De noite na cama, eu fico pensando se....
Existe amor ainda?
Ou como a extinta banda "Camisa de Vênus" cantaria: Não vai haver amor... neste mundo nunca mais!
- Eu acredito, eu acredito. Eu não acredito, não acredito... não vai haver amor neste mundo nunca mais!!!!!!!!!!!!!!
Por sorte que pela mobilização de alguns, acaba de passar um PL na Assembléia Legislativa do RS que prevê o fim do sacrifício animal nas zoonoses, possibilidades de castração e fim dos maus tratos aos animais.
Isso me fez lembrar de uma reportagem no CQC, programa jornalístico da TV Bandeirantes, sobre uma protetora dos cães, em Carapicuíba, São Paulo, D. Regina. Ela que cria 500 cães abandonados nas ruas e que são levados a ela por ser a única alternativa, já que na cidade, não existe centro de zoonoses. como em muitas outras localidades do país!
Ainda assim, há uma polêmica hipócrita sobre o assunto. Vizinhos que se fazem de vítimas por conta dela abrigar tantos cães, numa área que diga-se de passagem é muito organizada e grande.
Torço muito por gente como ela com iniciativa até xiita, num mundo que incentiva o consumo de cãezinhos feitos de pano e são vendidos a preço de ouro nos shoppings. Algo assim, viria substituir os animais de carne e osso?
Oque almejamos para nossas crianças? Mundo redoma de vidro? Tudo artificial até cães e gatos? E os verdadeiros, sendo humilhados e mortos à paulada, como o cãozinho Alegria, da UFRGS que foi adotado no Campus Agronomia e lá vivia?
Passeando pela manhã de um domingo

Há tempos abandonei-me da escrita, por aqui neste meu Blogger.
Hoje, é um domingo de duas faces, pois na próxima terça 21 tem feriado de TIRADENTES.
Acordo-me com o telefone tocando, e salto ligeira correndo até quase a cozinha, que é por onde ele fica.
Atendo com surpresa achando que seja de fato, algum amigo ciclista, por ser ainda 8:00 da manhã!
Acerto!
Só não foi quem eu pensava que fosse mas, considerando que eu estava muito cansada da véspera de uma prova de triathlon, no sábado, dia 18/04/2009. Chego a ficar surpresa, pois a previsão da metereologia mandava uma reviravolta no tempo. Depois de dias e dias seguidos de altas temperaturas, o domingo acordou nebuloso. O amigo estava muito entusiasmado em pedalar pela cidade mesmo, e eu nem tanto assim. Ele falou um tempinho de planos de trabalho na área esportiva e mostrava-se muito vislumbrado com seu futuro profissional.
Me convidou para um encontro no Brick da Redenção e achei por bem aproveitar a calmaria daqueles minutos que eu teria para tomar um café completo em casa, mesmo que sozinha.
Preparei a MTbike e também a roupa, o capacete, as luvas e os acessórios, como bomba, camera e remendos. Só não levei a capa de chuva e o guarda-chuvas!
Sequi pedalando por avenidas, e logo vivencio uma cena angustiante, de mais um cão abandonado, faminto e assustado pelas imediações das avenidas Princesa Isabel com João Pessoa. Para que o cão não fosse em breve atropelado, toquei-o aos gritos para que saísse do meio da rua. Era uma cadelinha procurando comida para que pudesse aumentar o alimento para fornecê-lo a sua ninhada. Minha aflição foi enorme! Minha impotência diante o fato maior ainda.
Lembrei-me que existe um espaço na redenção aos domingos para doações de animais, por isso, toquei até lá, mas por culpa do feriado não havia ninguém.
Um dia eu voltando da Ufrgs para casa, no último dia de aula de meu curso de línguas, encontro um pequeno gatinho lindo a atravessar uma rua movimentada perto do mesmo Parque da Redenção, a rua Santana. Ele vinha calmamente com seus 2 meses de idade e de tamanho bem pequeno também. Me comovi pela sua beleza, ele era clarinho e tigradinho, e seus olhos amendoadinhos eram de um azul da pedra alga marinha. Me apaixonei e resgatei-o ali na calçada, com ajuda de um zelador do prédio em frente. Ele veio dentro de minha mochila em meio aos meus livros, Cds e dicionário. Veio muito bem comportadinho até em casa, onde passou a viver junto de mais outras duas gatinhas.
Tudo seguiu em paz e achavámos que o melhor era ele ser adotado e castrado, após os 6 meses de idade. Infelizmente não houve tempo, pois ele veio a morrer atropelado na avenida em que resido. Isso três meses após seu resgate das ruas.
Sigo pensando, se lhe demos amor suficiente nesse breve tempo?
Quantos animaiszinhos ainda temos que encontrar em nosso caminho, sem que ao menos possamos entender-lhes o sofrimento que carregam,e porque?
Isso é o retrato de nossas cidades civilizadas e desenvolvidas.
De volta para casa enfrento um toró que me fez parar por uns instantes num posto de gasolina aberto, já que estar na chuva é mesmo prá se molhar não tem jeito.
Cheguei pingando e pensando nos guris de speed que iam de manhã cedinho a Barra do Ribeiro. Eu que não vou....
Ainda, teve a corrida de rua de 5 e 10 km, saindo do Inter na mesma hora que nós esperavámos a premiação de podium, e acompanhavámos os milhares de corredores largando naquele sol escaldante do meio da tarde. Faltou estar presente nos eventos esportivos de ontem, alguma marca de protetor solar, pois o calor era demaissssss
Corrida do Mar
Encerrando o veraneio no litoral, em 28 de fevereiro ocorreu em Balneário Pinhal, a Corrida do Mar, prova dos 5km e 10km, categorias F e M, na avenida Castelo Branco com a Perimetral.
Diversos atletas em maioria de Porto Alegre, como eu, prestigiaram o evento que foi organizado pela SS Marketing, com apoio da Prefeitura, da Fundergs e Univias.
No dia seguinte, 1o. de março, ocorreu outro grande evento esportivo, dali do mesmo local, o Meio Iron mais conhecido como Rio Grande do Sul Triathlon Longa Distância. A prova foi organizada pela FGTriathlon e contou com atletas da elite do Estado, assim como, de SP e SC.
Foram de fato, nestes dois dias realizados grandes esforços em nome do esporte nacional.
Resultados Geral Feminina 5 Km
1o.L. Elenir Stropper, Petisqueira/Panfacil / Clube da Endorfina, 00:19:51;
2o.L. Luciene Sant'Ana, Petiskeira/Fun Runners/TD Sports, 00:23:29;
3o.L. Marly Maravalhas Gomes, Avulsa, 00:26:59;
4o.L Luciana Kloss RS, Avulsa, 00:31:42;
5o.L. Rita Beatriz da Silveira Frias, Avulsa, 00:35:12.
Vento-contra, areia e céu azul.
Céu, sol, sul. Foi assim, que aconteceu a 4ª. Etapa da 5ª. Copa União/Gatorade de Ciclismo em Arroio do Sal, no último dia 15/02/2009.
A princípio, ela deveria ocorrer em São Francisco de Paula na serra gaúcha, onde nesse período quente se encontra um clima de inverão, ou seja, durante o dia faz calor e ao anoitecer esfria consideravelmente.
Muito bom mesmo!
Nesse período do ano, a praia é marcada por muitos eventos e comemorações, que surpreendeu a todos participantes da corrida. Quando surgiu na via do nosso circuito pela manhã, muitas dezenas de gaudérios montados à cavalo para percorrerem a Caminhada Mar, que vai todo ano ao litoral gaúcho.
Espetáculo grandioso, mas que causou-nos certa apreensão, devido sua passagem num mesmo local, em que minutos depois muitos ciclistas estariam correndo!
Enfim!
O sol se intimidou um pouco, pois o vento noroeste estava bem acentuado, desde a sexta-feira, dia em que me desloquei de Porto Alegre rumo a Cidreira e depois Capão.
Na manhã seguinte, (sábado) acompanhada sempre de fortes ventos litorâneos, e sem esquecer que pedalar com peso nas costas, não é muito saudável. Logo senti tensão nos ombros e pescoço, também!
Para mim, foi mais um teste de resistência, e acima de tudo, um teste em minha serenidade. Apesar de meu farol chegar com um fio solto e estragado, a escuridão acompanhou-me e me tornou mais atenta aos buracos e ao pouco acostamento na rodovia.
Premiação do 1o. Circuito Vale do Sinos de Ciclismo
4a. São Silvestre
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No último dia do ano (31/12/2008), a cidade de Porto Alegre recebeu a presença de corredores do Atletismo no Estado.
Com início previsto para 16:30 H, o percurso foi pela Av. Edvaldo Pereira, na beira rio, percorrendo 7 km de prova.
Os organizadores da prova foram a AGA/C RIOCELL e esta foi a 4a. Corrida e Caminhada São Silvestre de Porto Alegre.
Apesar de ter sido lesionada num acidente ciclístico , ainda assim connquistei o 3o. lugar no podio em minha categoria feminina, com muito esforço debaixo de temperaturas escaldantes e com vento-contra no retorno. Mal consegui me hidratar porque senão perderia muito tempo, mas a equipe de apoio deu todo material necessário para os atletas presentes. Não presenciei nenhum problema nessa prova. Eu, como paulistana, acompanho e admiro a forma inusitada de participação, principalmente das pessoas que têm um vínculo maior com sua cidade, como eu tenho!
Ao final da competição, muitos brindes foram sorteados, assim como uma bike e muitos vales ceia de Ano Bom.
A todos que prestigiaram, meus votos de muitas felicidades e minha: "Saudação a quem tem coragem, aos que estão aqui pra qualquer viagem, não fico esperando a vida passar tão rápido" (Barão Vermelho)
http://www.agaatletismo.guaibaonline.com/index.html
9a. Etapa Vale do Sinos
I GP Oda Bike de Ciclismo da 9ª Etapa do Circuito Vale do Sinos de Ciclismo, ocorreu em 14/12/2008, na Av. 1º de Março em Frente a Pista de Eventos de Novo Hamburgo. O circuito com 2100 metros abrigou ciclistas de vários locais do Estado e visitantes de outras localidades.
A premiação foram troféus do 1º ao 5º lugares por categoria; aos demais premiação de medalhas de participação; premiação Extra para os da Categoria Open, sendo distribuídos aos mesmos metade dos valores arrecadados nas inscrições.
4a. Maratona

Fundação Iberê Camargo

Fui com uma amiga, e têm camera e guardas, tanto que ela, nem retirou seus acessórios da bike.
Lá dentro se têm muitas janelas, que nos remetem a imensa beleza, que procurando fora, acabamos achando aqui mesmo na cidade. É como dizia um amigo: "devemos observar a beleza ao nosso redor, de dentro de um muro saem flores de imensa delicadeza".
Era isso, ah! Ao sairmos, encontramos uma galera conhecida de bikers, com suas respectivas caras metades muito felizes, depois de terem cumprido com a obrigação eleitoral para a cidade que vivemos!
Encerramento da 12a. Semana da Bicicleta em PoA
Neste ano, a novidade foi a participação de bikes reclinadas na prova do dia 21, de contra-relógio individual. Demonstrando que essa modalidade já tem muitos interessados. Todos atletas puderam fazer inscrição gratuitamente e aos colocados do 1º. ao 3º. lugares houve medalhas e brindes.
No passeio da manhã, do último dia do evento, foram sorteados entre outros, uma bicicleta.
O trajeto transcorreu de dentro do Parque Marinha até uma pracinha no bairro Tristeza, sem nenhum incidente entre os participantes que eram de idades variadas.
Mas enfim, houve participação de equipe e atletas nas categorias Máster, Força-livre, Infantil e no Feminino, da qual participei obtendo o 2º. lugar.
Oigalê
Sobre as Escolhas na Vida

Ufa!
Depois de muita canja de galinha que não faz mal a ninguém, recuperei-me.
Pelo que ainda vinha pela frente até foi pouco!
O tempo foi o principal vilão, no caso da previsão do tempo para mais dias chuvosos de inverno. coisa que nós tem já se tornado um hábito.
Inscrita há algum tempo no Audax 200km/2008 que se realizou neste sábado (16/8) em Viamão, terminei meu percurso juntamente com mais alguns audaxiosos, entre os quais destaco os meus conhecidos Gabriel, Rubens, Moema e Márcio.
Muitos preparos e reparos e mais perguntas e idas e vindas à lojas de bike a procura de reforços, finalmente tudo pronto. O horário de pular da cama foi bem cedo de madrugada porque de casa até até o local de largada são mais 19km. Meu parceiro de empreitada, o Gabriel me encontrou e seguimos pedalando até não muito longe, já que no horário que saímos muita gente também o fez. Sendo assim, logo nos alojaram numa formidável carona.
Dormir algumas poucas horas de sono foi necessidade primordial, mas é difícil diante de tamanha ansiedade. Assim chegamos ao local em Viamão, no colégio técnico ETA de onde partiríamos até o Parque Histórico Marechal Luís Osório em Osório, completando ali o PC 100. Na sexta-feira pela manhã fomos até o ETA pedalando, para reconhecimento do local de onde tentaríamos fazer a prova; mais tarde muitos ciclistas estariam se hospedando por ali.
Pedalava-se por diferentes estradas, como no ínicio pela RS040, seguindo pelas RSC 101 e RS 389 e um pequeno trecho da RS 030 entrando dentro do parque. Dali em diante a volta era a questão toda, pois mal deixamos o parque e a chuva nos pegou forte.
Parávamos ao longo da rodovia, pois era muita água. Bem diferente de quando estava me aproximando na chegada do PC, onde mesmo com pouco sol, uma fina chuva caiu por alguns trechos bem próximos causando a mim um certo bem estar.
Digo sobre "escolhas", pois tive forçosamente que abrir mão de participar no domingo da 6a. Etapa do Circuito Vale dos Sinos de Ciclismo em Taquara, o mesmo local em que me iniciei nas competições.
Com mais de 150 ciclistas participantes de uma das maiores provas organizadas do Estado do Rio Grande do Sul estamos aguardando o resultado oficial dos tempos de conclusão individuais.
Por fim, o domingo amanheceu sem chuva, mas ao longo da manhã a chuva que veio de mancinho tornou o dia muito acolhedor para se acompanhar os esportes nas Olímpiadas de Beijing.
Pela manhã desse domingo acompanhei a prova de ciclismo que consegui ver pela primeira vez. Eu não tinha como ir mais à Taquara, em função de ainda estar com todos meus utensílios de bike molhados da chuvarada de sábado, também não tinha carona com ninguém.
Mas nada comparado com a chuva de volta à finalização do audax onde cheguei a me deparar com raios em sequência. Quando fui forçada a parar num rstaurante em capivari do sul encontrei-me com mais alguns audaxiosos ciclistas que como eu buscavam um refúgio por alguns minutinhos. Eu me estendi um pouco mais porque todas minhas vestimentas ensoparam, e pior eram os calçados, o medo de perder aparelhos do tipo celular e mp4.
Nada mau que o carro de apoio estava em pontos importantes para nós e consegui entregar uma de minhas blusas para ser trazida ao ETA, onde depois de umas 2 horas chegamos todos, sem mais chuvarada intermitente. Os certificados estavam todos lá e também uma exposição dos gaúchos de santa cruz do sul que neste ano conseguiram completar na frança o maior de todos Audax: o Audax 1200.
Minha conclusão desse feito foi que podemos encontrar algumas pessoas muito diferentes em seus propósitos, mas ciclistas permanecendo unidos no mesmo fato de por algumas horas compartilhar a participação coletiva em favor do esporte.
O bom filho à casa torna
Sapucaia "no inverno"do Sul
Sobre as carroças e outros...
World Naked Bike Ride 2008
Final da Copa União em Três Coroas
As futuras Ciclovias de Porto Alegre
O plano identifica 495 quilômetros de vias da Capital com potencial para abrigar pistas exclusivas para bicicletas.
Participe!
Campeonato Gaúcho Resistência em Lajeado
Participei na primeira largada, prevista para às 11h, da categoria
Elite Feminino juntamente à Estreante, Juvenil e Mountain Bike, em circuito montado dentro do campus da universidade com subidas bastante inclinadas, tornando os 25km de prova, muito mais difícil.
No Podium Gatorade em Igrejinha
Copa em Taquara e seus 122 anos de existência
E tudo começou na cidade de Taquara, que, aliás, mostrou que quando o tempo está brabo, poucos encaram o desafio. Choveu para uma semana, mas mesmo assim a galera encarou, entre tombos e sustos, que não foram poucos. No ano passado, em novembro, São Pedro mandou um toró na última etapa da copa de ciclismo, onde participei meramente por curiosidade.
Dessa vez, munida de uma bike mais razoável e competindo entre as mulheres, não digo que foi barbadinha, mas senti menos terror. Infelizmente o mau tempo assustou muitos e refletiu nos resultados também. Fiquei querendo que meu horário de largar fosse o mais rápido possível, já que chegamos cedinho e quem cedo madruga....Deus ajuda. Ainda tive tempo de procurar um local para buscar um café e fazer um aquecimento leve.
A chuvinha parecia que estava dando trégua, mas aos pouquinhos ela veio chegando, e mais para frente, castigou as próximas categorias, principalmente a open. Corri novamente, sentindo que servia apenas pela minha participação e esforço em mostrar que a categoria feminina tem estado um pouco desacreditada.
Muito interessante o trabalho do artista e também ciclista, Samuel B. que foi quem confeccionou os troféus em bambu com muita criatividade e bom gosto, em que homenageou à cidade que completava seus 122 anos de existência. A bike toda em bambu/taquara do artista esteve presente.
Voltamos num pique só, e apesar da chuva também em PoA, deu para sair na tarde para ver no Santander Cultural, o cantor/guitarrista advindo do grupo inglês TheMission, Wayne Hussey tocando os clássicos da banda num show bastante intimista.
Copa União de Bento Gonçalves domingo, 20/4
Ida ao Raly e chegada no Audax
No princípio, tive ímpetos de conseguir um parceiro ou parceira para me acompanhar, mas fico devendo essa para uma próxima, “se Deus quiser”.
O organizador do evento, Leonardo M. de Souza, da Átria Esportes de Aventura me auxiliou como pode, mas infelizmente, não aconteceu.
Mesmo sabendo que iria só, encarei este desafio e pé na estrada.
Bem cedinho, tomei o Trensurb até S. Leo. Pensei que encontraria pelas ruas alguns dos participantes do Audax/2008, que estava rolando aqui por PoA, nesse domingo, onde fui esperar as chegadas dos participantes, logo mais de tardinha.
Em Ivoti, no posto Charrua, o ponto de nosso encontro, a largada estava prevista para às 9:30.
O clima era muito bom!
O calor prometia ser dos fortes, mas como a região é previlegiada em áreas verdes, isso não assustou muito.
Nunca tinha visto uma planilha dessa modalidade de competição, por conta disso, estava insegura e mais ainda, por não ter podido ir com minha MTB Trek, já que a mesma não estava, nem com pneus para trilha, e nem com o velocímetro, que aliás, era imprescindível nesse caso.
Optei por ir com a outra MTB GT, que tinha os acessórios, só que o velocímetro por falta de uso ou pilhas fracas me deixou empenhada.
Na largada funcionou bem, depois da ajuda do amigo Marcos Netto que conheci, e do já conhecido Helton, que foi quem fez os arremates finais para eu entrar na prova com velocímetro funcionando.
Não fui muito feliz na largada, pois além de ser a última, estava só e não tinha mais ninguém na frente, por conta disso, segui errado o trajeto, e ao invés de pegar à esquerda fui à direita, e tive que pedir informações a uns moradores da região, bem como convencê-los a informar se viram passar alguns ciclistas por ali, o que contribuiu muito para que eu conseguisse encontrar o trajeto certo novamente.
Lá no ínicio da primeira trilha é que foi pior ....Tinha um cavalo pastando, bem atravessado no caminho, que era um veio muito estreito no mato. Eu sou apavorada com esse animal, talvez por não ser gaudéria/prenda, e ter tido muito pouco contato com a espécie em toda minha vida. Foi uma dificuldade passar por ele, sem chamar sua atenção. Enquanto ia passando, ele ficava resmungando, e eu me fazia, e nem respirava forte pra não chamar sua atenção.
Ufa! que sufoco, qual...sufoco ainda estava por vir, lá pra frente, nos trechinhos estreitinhos e com muita vegetação fechada. A bike não respondia aos meus esforços, e suei muito a camisa naquela trilha. Mas, a recompensa vinha logo à frente, quando avistava-se o PC1. Tomei um tombinho básico, antes disso, e vi que bati a canela direita na coroa que me feriu meio profundamente. Sai pensando que era barbadinha e o sol estava escaldante nesse horário, a água da caramanhola quente. Ainda não via nenhum ciclista, mas logo a realidade foi mudando e foram aparecendo os primeiros, que já vinham voltando.
Bem, pelo menos eu sabia que não dava pra se perder de novo. E depois do asfalto vinha novamente trecho de chão batido, e muita subida.
Parecia mais fácil agora, mas quando há excesso de confiança, ai a coisa engrossa.
Dito e feito!
Parei junto a uma gurizada de bike. Moradores da região, e eles me disseram que eu estava perto do PC 2. Segui mais um pouco com a companhia deles, muito curiosos com tudo. Quando vi que estava atrasada novamente, quis acelerar e encarei uma lomba cheia de cascalhinhos, com areia e terra muito seca...Foi a conta... ao estar próxima do topo o pneu escorregou e zázzzzzzzz... fui com tudo ao chão, o pé preso e a bike por cima. Ralei o cotovelo direito e bati as palmas das mãos. Eu mesma ri....e me censurei pelo meu esforço em vão.
Cheguei logo ao segundo PC.
Surpresa: Outra trilha no mato. Essa já mais ligth para mim, mas a bike continuava me deixando na mão, nas horas necessárias! Soube que tinha um casal há uns 5 minutinhos na minha frente, mas não os encontrei infelizmente. Logo que sai da trilha me perdi novamente. Depois de ficar andando e perguntando, meio que à deriva, um motoqueiro me indicou uma subida numa rua que era pura pirambeira. Encarei e acabei encontrando o casal de ciclistas vindo em minha direção e me dando o rumo certo da chegada.
Salva por hora!
Foi assim, que após vivenciar essa feita, ainda encarei de volta uma das estradinhas mais movimentadas, a BR 116 até PoA.
Inevitável não querer vir ver o encerramento do Audax, e me enfiei pedalando pela FreeWay, até o DC, já que por ali o trecho é bom e tem acostamento decente!
Cheguei lá, por volta das 15:30 h, morrendo de fome e com os ferimentos meio ardentes.
Vendo aquela festa toda de muita gente reunida, por um mesmo propósito “O ciclismo em nosso sangue”.
Poderia estender mais este relato, que teria ainda muito assunto, no entanto, não posso e não devo deixar de mencionar a presença dos brasilienses no Estado, assim como, a grande feita do Guilherme Buitrago, 11 anos, que se tornou o brasileiro de menor idade a obter o brevet do Audax 200 km.
É Muito Show!
1o. Passeio Ciclístico Pedala Porto Alegre
O I Passeio Ciclístico Câmara Municipal de Porto Alegre, com saída da Usina do Gasômetro, às 10 da manhã, neste domingo, 30/3/08, distribuiu mais de 600 camisetas aos ciclistas participantes.
Em recente conversa com o secretário da EPTC, Luiz Afonso Senna, e o Presidente da Camâra dos Vereadores da capital, Sebastião Melo, um grupo de cicloativistas entregou um manifesto onde pediam a imediata implantação de ciclovias e cobravam uma maior participação dos ciclistas, como meio de pressionar a liberação dos recursos necessários para o início das obras de construção.
Sob uma leve brisa, devido às recentes mudanças de temperatura, mas com bastante sol e céu azul, o passeio percorreu as avenidas Beira Rio em direção ao Menino Deus, voltando ao Gasômetro.
