22 de jul de 2011

Sobre penaltis perdidos



Gracie é um filme para quem gosta de futebol. Eu gosto!
Acompanhei a participação da seleção feminina que infelizmente acabou eliminada nesta Copa do Mundo de futebol feminino de 2011.

Mesmo tendo perdido para a equipe norte-americana - que tem mais tradição noutro tipo de futebol. Mas assim mesmo elas foram melhores, além de agradarem aos olhares e gostos masculinos, como o caso da goleira Hope Solo que eu sempre ouvia dentre os comentaristas esportivos um monte de elogios aos seus olhos, etc.

Marta continua merecedora de todos os títulos de melhor jogadora de futebol feminino do mundo, mas os americanos já a levaram para jogar lá! Obviamente eles sabem valorizar mais que os clubes brasileiros este fantástico fenômeno. Depois de tudo que ela fez em campo nesta Copa passei a admirá-la mais ainda.
Problema foi o técnico acreditar e depois continuar acreditando nas jogadas da Daiane.

Por outro lado a seleção masculina de futebol viajou para participar da Copa América na Argentina com muito melhor infra-estrutura e ainda assim jogou muito menos do que devia. Apesar de perder todas as cobranças de penaltis seu desempenho foi pífio. Como dizia o Rauzito é muita estrela prá pouca constelação.

Em Gracie, filme que vi nesta semana na TV mostra justamente como a mulher sofre discriminação dependendo a modalidade esportiva que venha a praticar. Era a histórinha de uma guria que era única filha mulher numa família de mais 4 irmãos, apenas ela não foi incentivada a gostar de jogar bola. Porém, seus irmãos foram sendo treinados pelo pai que havia se lesionado na carreira de jogador e que porisso acreditou que algum de seus filhos se tornaria profissional.

O irmão mais velho Johnny acaba por se tornar jogador do time da cidade em que moram e durante uma disputa de um importante jogo ele erra na cobrança de um penalti que seria decisivo. Naquela noite ocorre após a derrota uma tragédia, onde Johnny falece após um acidente de trânsito. Gracie logo começa a pensar em jogar futebol porque sempre gostou do esporte, porém encontra muitas dificuldades pelo caminho.