22 de jan de 2011

Filtros + torneiras

Pesquisei uma necessidade de utensílio doméstico e frustrei-me!
Utilizo em minha pia da cozinha uma torneira elétrica. A seu lado tenho um filtro de água de barro. Ele mantém a água sempre fresquinha, mas apesar de conservá-lo bem, ele já está antiguinho e tem apresentado um pouco de vazamento que, não sei bem de onde vem?


Penso que preciso encontrar um modelo para comprar de torneira elétrica mais filtro de água, porém tudo que consigo encontrar em pesquisa pela internet, são torneiras sem aquecimento, mais o filtro juntos.


Acabo por entender que talvez não exista esse produto no mercado brasileiro, mas fico pensando que se queria algo assim ele exista em outro ponto do planeta. Provavelmente existe!

São divagações que ocorrem para um sábado chuvoso.

19 de jan de 2011

Sobre segurança para bikers no trânsito

Espero, que já tenhas superado, em parte o trauma, eu sei bem como é!
Queria partilhar contigo, um fato no trânsito de PoA, que me deixou seqüelada no braço esquerdo, em 2001, na mesma via que resido: Av. Ipiranga. Via esta que hoje, a EPTC vai inaugurar futuramente uma ciclovia!
Digo isso, com certo temor, pois como sou pagadora de meus impostos, a mim nunca foi consultado absolutamente nada a respeito.

Quando fui atropelada por um coletivo, eu sobrevivi por que o "santo é forte".
Fiquei muito sugestionada, por ter sido um dia haloween, ou seja 31 de outubro e pior, fiquei quebrada esperando a SAMU por mais de 40min., e não veio!

Tive um problema com um motoboy estacionado em fila dupla, em frente ao no. 3900 + ou -. Pedi a ele que estacionasse que eu passaria pedalando, com medo de uma parada de ônibus atrás de nós. Ele fez que sim, mas permaneceu, e o tráfego fluiu, o bus veio e me bateu no braço, jogou-me na lateral com a cabeça.
O incrível é que com a bike não deu nada!
Olha só, não tinha um guarda de trânsito, às 16:30min., numa via como a Ipiranga. Isso, foi um trauma maior quando tive que tentar fazer uma investigação para descobrir o motoqueiro covarde, que assim que me viu quebrada, subiu na moto e fugiu, sem prestar-me nenhum tipo de socorro. Um taxista parado usou o celular para chamar a SAMU, mas nem quiz envolvimento, e assim que o passageiro entrou no carro ele partiu. Segurei numa bolsinha meu braço que deu uma volta
completa de 360 graus.

Que dizer e a quem dizer?
Reclamei menos ao bispo, que talvez fosse o único que se importaria.
Porque fui ao PT, à EPTC, Ouvidoria da SAMU e Prefeitura?
Não deu nada, de nada!
Ainda, ouvi desaforos de um alto cargo lá na EPTC por telefone, pois eu protocolei uma queixa.
Ah! mais um detalhe importante, no final de quase 50min. aguardando socorro, chegaram dois brigadianos que muito "gentilmente" me desovaram numa filinha do HPS, depois de apenas, pegarem meu nome numa planilha e abrirem fora!

Voltei de taxi, com um gesso, que mais se parecia com um crucifixo.
Após uns 10 a 15 dias, atinei sobre o B.O, que na verdade são dois: um da brigada e outro da Polícia Civil, que na ocasião, disputavam ocorrências de trânsito. Mas nas vias nenhum guarda de trânsito!!!!!!!!!!
Meu trauma permanece, pois a legislação para retirada do seguro foi alterada e eu me F.....como sempre. Tive sim que entrar com advogado para a causa do seguro, sendo que um deles eu perdi. Afora os 30% que ficou com o Dr.
Minha história é longa, mas não ecooa nunca. Muitos do meio me conhecem há tempos, e eu sigo só.

Quem colaborou comigo na ocasião foi a ONG VIDA URGENTE, que diante de meu relato solitário e indignada com tamanha injustiça, me acolheu para terapia por 8 meses gratuitamente. Devo muito hoje apenas a eles, por isso, eles hoje são quem são, com seu reconhecimento nacional e espero mundial.
Fiz muito tratamento nesse braço, e o que me ajudou foram as várias terapias alternativas, como a acupuntura, homeopatia, e claro fisioterapia, etc. Temos sempre que usar da maior segurança possível, no dia-a-dia e muita reza, muita reza meu irmão!
Precisando qualquer coisa pode me escrever, sim?
ATT
Marly Maravalhas

Escrevi essa resposta a um biker acidentado que me fez lembrar do meu acidente em 2001 nesta cidade, capital dos gaúchos e claro também das gaúchas!

18 de jan de 2011

Ultraje a Rigor - Eu Gosto de Mulher - Acústico MTV



Mulher prá Presidenta
Notícias dos conhecidos da gente de tempos atrás, chegam sempre! E está foi coincidentemente no dia do meu niver que ocorreu. Estudamos em Sampa num grande colégio e eu me dava muito com o Regis, o irmão mais velho do Roger. Agorinha leio isso, e ainda, outra notícia que a candidata do PT Dilma Roussef não tem nada a ver com a letra da música Eu Gosto é de Mulher, da banda Ultraje à Rigor e que, a mesma está proibida! Olha a volta da censura camufladinha, mas ainda presente nestes tempos de democracia!

No blog Efemérides do Rock Brasileiro: 10 de setembro.
1987: Foi anunciado que Ana Maria Stinghen, mãe da então menor J.S., entraria na justiça para acusar Roger Moreira, do Ultraje à Rigor, de “crime de sedução”. O fato ocorreu após um show da banda em Chapecó (ES), em 1º de setembro de 1987. Segundo Roger, Ana Maria teria pedido um carro para retirar a acusação. Nada foi provado contra Roger. No disco Crescendo o Ultraje gravou a música “Santa Inocência” em que fala desse caso. Chapecó que eu saiba é uma cidade do interior do estado de Santa Catarina, nela temos dois ciclistas conhecidos, um por prestigiar o sul nas corridas de ciclismo o Jair Damásio, o outro um ciclista da Scoot Marcondes/Fadenap o Daniel Rogelin, atleta olímpico.

17 de jan de 2011

Conhecendo o Campus UNISINOS


E uma amiga corredora, a Soninha me mandou um convite por emeio, para eu ir a sua casa no domingo e, passarmos o dia papeando assuntos esportivos/femininos.

Vou me deitar pensando nas bikes, e na falta de treinos em estrada que já estão me tirando o sono, isso por causa da troca dos taquinhos na sapatilha que eu mesma fiz. Foi na época do meu último Audax/Randonnée, no mês de novembro! Meu objetivo era estar com os equipamentos todos arrumadinhos para completar sem muito esforço, os 200kms. Mas, tudo foi por água abaixo, é incrivel a dificuldade que sinto para consertar e arranjar as coisas sozinha nas bikes. Não é que os danadinhos dos pedais/sapatilhas estão trancando na hora de desclipar. Assim prefiro não arriscar, porque depois que tu clipa a sapatilha nos pedais eles ficam durríssimos para soltarem.
Me apavora!

O jeito foi não ir de speed nos 200kms, e nem domingo usar a sapatilha para ir até São Leo. Fui de tênis mesmo, mas em ritmo de passeio, primeiro porque a BR 116 lá pelas 9/10 horas da manhã, começa a ficar movimentada nos finais de semanda, depois porque eu ia experimentar pedalar de tênis pisando os taquinhos que são look modelo meio antigo, ainda de metal.

Tudo tranquilo, apenas eu cismei num trecho, perto de Esteio, com um tipo mal encarado numa bike, na pista de fora da BR que do nada passou a encarar-me. Eu opto sempre por pedalar no acostamento interno. Não sem antes manisfestar minha indignação por esta escolha, é que de uns meses para cá houve a colocação dos tachões, ao longo das entradas e saídas que são diversas, naquela rodovia. Queria muitíssimo ser esclarecida por algum entendedor do assunto estradas, o porquê de tantas saídas e entradas, e agora daqueles tachões horrorosos para quem circula no acostamento!

Acredito que para os ciclistas que saem afim apenas de treinar, e nada de cicloturismar, seja um grande risco de vida andar junto do tráfego intenso de veículos grandes e pesados, como os que existem lá naquela rodovia. Eu encaro bem aquilo lá sozinha, e essa não foi nem minha primeira, e nem a última pedalada que fiz nela. Porém, confesso que para ir de Porto Alegre é ainda possível encontrar trechos muito mal cuidados e sujos, mas com acostamento, mas na volta, já tem trechos longos onde você tem que disputar com sua vida uma tirinha da estrada, em geral, apenas o que sobra é encima da faixa branca, quando há!O espaço para circular gera um tremendo de um stress, porque não restam alternativas de escolhas, ou você pedalada olhando sempre pra frente (como eu vejo os cavalos fazerem com aqueles tampões na lateral dos olhos sempre em frente), ou se tu quiser dar uma olhadinha para o lado corre o risco de ficar sem a cabeça.
É islâmico o bagulho!