2 de jul de 2011

Bicicletários pelo país

Hoje ouvi um comentário de um prefeito de Minas Gerais que era a respeito do falecimento pela manhã, em São Paulo, do ex-presidente Itamar Franco. Que como muitos achavam, incluindo a mim, que ele fosse mineiro, mas era baiano de Salvador. O corpo vai ser velado nas Minas Gerais. Ele faleceu no Hospital Albert Einstein vítima de uma pneumonia, às 11:00h da manhã de hoje, onde estava internado por causa de uma leucemia.

Só quero comentar que este prefeito falou que lá em Belo Horizonte foi inaugurada uma ciclovia pela manhã. Espero que ela atenda às necessidades dos ciclistas de lá.
Aqui em Porto Alegre vai acontecer o lançamento de um bicicletário pela atitude louvável de um empresário, domingo de manhã próximo.
Mais informações: http://www.coletiva.net/site/noticia_detalhe.php?idNoticia=41233 e, em
http://www.bicicletasnopatio.com.br/index/

30 de jun de 2011

Só não treino com vento

Apesar de dias de intenso frio no sul, venho dando sequência a meus treinos de corrida!
Com gripe há mais de 10 dias decobri uma receitinha de um xarope meio natural e caseiro, daqueles que nossas avós nos faziam beber ao menos um cálice de noite.

Minha fragilidade nesta gripe se deu devido a um vento frio na saída da piscina sem o devido agasalhamento de um roupão, como os que encontram-se a venda nas lojinhas de artigos para natação. Os melhores tem um precinho meio salgado, ficam na faixa de R$120,00 e R$ 160,00 e, são feitos de poliester e viscose.

Após algumas pesquisas na internet descobri através dos materiais de poliamida e os de tactel e micro suede e, que se tu quer investir, mas como eu, não muito, pode encontrar os modelos infantis que protegem da mesma forma e saem mais baratinhos.

Entrei em contato por email com uma confecção de São Paulo e aguardo retorno para minhas perguntinhas a respeito. Uma dúvida é se o tamanho P que vem no anúncio é do infantil? Isso vou ficar devendo escrever depois da resposta.
Eu tenho roupão cor de rosa atoalhado, mas quando eles ficam no banheiro por um tempo acabam manchados, e como a cor é clarinha fica bem feiinho.

Domingo eu treinei um longão e as temperaturas estavam bem baixas, mas mesmo assim eu tirei o casaquinho corta-vento logo no início dos 10km. Também não levei luvas, nem touca, ou polainas e senti suor apesar das mãos ficarem frias o todo tempo.

Depois corri na 3a. feira novamente, com um friozinho da tarde, e pior foi voltar no pedal. É que por mais que tu esteja quente quando sobe na bike e começa pedalar no vento não tem como se aquecer, principalmente com o trânsito chato da hora do rush... é anda e para, e anda e para! Procuro me enfiar nos cantinhos, bem cantinhos e que sempre são precários e esburacados para passar aqueles motoristas que embicam seus carrões quase ocupando duas faixas da rua.

Todos os dias noto o quanto de gente mal educada dirige nesta capital. Chego a levantar-me do banco da bike afim de demonstrar aos mais afoitos em velocidade que veem pela pista de rolamento da direita, que é por onde eu trafego, que eu estou ali> JESUS CRISTO< JESUS CRISTO< JESUS CRISTO< EU ESTOU AQUI!

29 de jun de 2011

O frio trouxe a Lei Seca

Parece brincadeira isso, mas chamo de Lei Seca ao fechamento, nestes dias de frio, das piscinas do clube que treino!

Apesar de eu estar me recuperando de uma forte gripe que adquiri ao nadar de noite e sair da água sem levar o roupão. Isso que fiz foi um erro primário que espero, não cometer jamais!

Há duas semanas nadei de noite, em piscina aquecida, mas aberta e, fiquei na primeira raia, a pedidos do professor Guilherme, que praticamente me expulsou, da raia em que eu estava nadando, calmamente. Sendo assim, fiquei na última raia, totalmente afastada da escada de acesso ao corredor fechado com toldo plástico que nos leva aos vestiários protegidos do vento.

26 de jun de 2011

Me faltou um desapego

Neste findi esperei anciosa chegar a sexta-feira para sair com o pedal da Massa Crítica que ia rolar com a temática de festival intergalactico, mas me atrasei. A chuva me pegou quando ia chegando no Largo Zumbi e já eram 19:00 hs passadas, e lá quem fez presença pontualmente, largou! Chegamos eu e mais umas cinco pessoas atrasadas, e porisso, não rolou o pedal.

O principal motivo de meu atraso foi novamente o erro do meu banco. Ou melhor o banco que sou cliente, eles são muito ruins de negócio e, pior ainda, são os seus funcionários estagiários. Nada contra pessoalmente, mas desde que não venham me prejudicar. E foi justamente isso que ocorreu e, não foi a primeira mancada deles comigo que sou cliente nova!

Tenho em débito automático a maioria de minhas contas, porisso mesmo, espero obter disso um conforto, este se aplica ao fato de não ter que lembrar-me de fazer pagamentos de todas contas em suas datas de vencimento.

Parece que neste banco, qualquer coisinha que saia da rotina transforma-se em resultados desastrosos, sempre. No mês de abril fiquei sem sinal de internet por dois dias, porisso recorri a empresa que atualizasse os valores no pagamento do mês de maio. Imediamente o fizeram e, por causa do novo valor a ser pago com desconto dos dias sem sinal, procurei o atendimento do banco pessoalmente e lhes expliquei que naquele mês, apenas naquele mês, eu pagaria a conta no caixa do banco e no próximo mês tudo voltaria ao normal. Aparentemente foi captada minha mensagem pelo gurizinho que atendeu-me no banco, porém nesta sexta-feira conferi que não havia ainda sido cobrado o valor em conta corrente no débito automático deste mês.

O pau quebrou!
Liguei na empresa e expliquei-lhes oque ocorreu, enquanto eu falava com o telemarketing da empresa o telfone tocou era a funcionária do banco que já sabia que eu estava muito braba com a falha do atendente e me pediu que aguardasse até segunda-feira para ir novamente ao banco e verificar se foi lá que ocorreu de fato o erro com esta conta não paga por mais de quatro dias.

Me impressiona o atraso de certos funcionários que estariam supostamente ali para auxiliar seus clientes e acabam por prejudicá-los.
Paguei depressinha a conta numa lotérica e devido aos jogos da mega e do prêmio loteria de São João a quina, a fila era kilométrica.

Cheguei em casa e tive que preparar minha roupinha de intergaláctica e o frio era muito grande. Por fim, o traje ficou assim: óculos amarelos, casaco branco corta-vento, calça preta brilhosa porcima da calça de ciclismo, colete reflexivo e polainas com tênis roxinho, além das luvas e da fita nos cabelos.

Ficou dez! Mas voltei para casa e esta já foi a segunda vez que perco o pedal.