22 de abr de 2011

Yes Nós Temos Feriados

Ando sem paciência de aceitar tantos feriados seguidamente.
Se não me engano teve Ano Novo, depois Nossa Senhora dos Navegantes, Carnaval, e 21 e 22 de abril dose dupla! É Demais!

Só sei que domingo dia 17 fiz um pedal até Gravataí, passei uns 4 ou 5 km de onde tinha que estrar e voltei por dentro da ligação entre cidades. É um caminho mais urbano e esburacado, mas acho que mais curto. No velocímetro marcou total 70km.

Pensei que o dia estava quente e que pudesse aproveitar para fazer um treininho na água. Claro depois de tomar aquele baita sorvetão que encontrei na esquina do meu clube onde estava indo. Caramanhola seca e as pernas já fraquejando porque subir de speed pela Plínio é bem sofridinho. E nessa via tu não pode desmontar da bike senão fica totalmente impossível retomar a subida no meio dela. Quando avistei o sorvete do Mac já tinha procurado água várias vezes para comprar, mas como era domingo de tarde nada estava aberto pelo meu caminho. Tomei um sabor creme na casquinha, mal conseguia por a pázinha na boca, eram só lambidas, mordidas e hummmmmmmmm!

Bom como tinha ido pedalar carregando o extremo necessário, claro não tinha levado tudo que ia precisar para o treino na piscina, e inclusive me esqueci da touca. Notei desse meu descuido um pequeno detalhe, sem a touca precisei trançar o cabelo bem firme e prender o restante com a tira do óculos mesmo! problema é que tenho franja e ela começou a irritar na frete dos olhos depois de molhados os cabelos. O jeito foi me virar, e me virei literalmente de costas para nadar costas e mais costas! assim solucionei o problema todo da franja nos olhos.

Em outra vez quando estava indo treinar de bike até Guaíba com uma galera da zona norte aconteceu o pior: estava descendo a 3a perimetral com um outro ciclista quando ele passou na minha frente e logo depois um gato atravessou a minha frente e me derrubou! Foi um senhor tombo, daqueles assim que tu vai desequilibrando na bike e ralando a sargeta e não imagina como vai ser na hora de parar... BUM! Achei que eu tivese me desmembrado, quando pulei de pé olhei para um homem que veio em mim e lhe perguntei se eu estava ainda inteira! Problema foi que me bati umas tantas vezes nas árvorezinhas do canteiro mas por fim devo ter batido a costela e isso dói, dói muito! Mas na queda a gente nem sente muita dor, só dá um branco, um desentendimento e depois uma raiva, uma baita duma raiva!

Custou muito a sanar essa dor debaixo da costela próxima ao pulmão direito e neste dia fiz um pedal até Barra do Ribeira, estava bem calor e entrei na água. Mas nadar mesmo só no estilo peito. Fiquei quase um mês dolorida e ainda peguei uma senhora gripe para completar que desgraça pouca é bobagem.

Falando em água hoje fui treinar e igualmente (um pouco pior que domingo passado) ao sair tomada banho e tudo do clube dá-lhe toró que São Pedro não ia deixar prá menos porque é feriado né? Choveu e choveu e eu ali olhando a rua Osvaldo Aranha de frente a parada do colégio Americano "Encher". E aquilo ali em minutos virou um rio de água suja, sacolas de lixo boiando e a os carros,motos e bus querendo passar.
Era um mar no meio da rua. fazia marolinha aquela mini enchente somada a falta de saneamento básico total! bem que eu notei o estado das coisas por ali na ida ao clube observei que eu havia pedido que asfaltasse um trecho do viaduto Mariante pois o mesmo está um perigo de se passar de bike, só buracos! A moça que me atendeu no Tapa Buraco fez um milhão de perguntas me obrigando a detalhar o trecho com buracos na ponte. Só que se passaram mais de 15 dias e a buraqueira está toda lá ainda! Conclusão eu acabo indo pela Protásio

17 de abr de 2011

O uso do ciclocomputador na bike


Pulei cedo da cama, apesar de ser domingo, para ir ver a chegada da última etapa da Volta Ciclística Internacional de Gravataí.
Pensei de levar apenas o mínimo necessário como: camara, kit conserto, água, bomba, máquina fotográfica, bolsinha atrás do banco, e imaginar um jeito de arrumar sem que tampasse a luzinha, que em caso de mudança de tempo é bem importante estar sinalizada.

Incrível como são os hábitos cotidianos. Enquanto me acostumo a pedalar na cidade que moro e nem me preocupo em usar bolsinha na bike, pois estou sempre de mochila e acabo colocando tudo dentro mesmo que sobrecarregue as costas e seja normal de quando em quando surgirem dorzinhas chatas no pescoço, braços e ombros.

Outros hábitos perdidos na cidade, um deles é o do uso do ciclocomputador, a camisa com bolsos traseiros e a bermuda acolchoada. Esta me fez resistir por um bom tempo a adquirir e utilizar. Confesso que só não chego ao ponto de subir numa magrela vestindo sainha, e nem calça jeans! Mas considero de grande valia estes itens todos para se pedalar em segurança e com conforto.

Passei algum tempinho sem usar a sapatilha na speed, porque tive que trocar o taquinho que nela é o vermelho de plástico, ele tem maior facilidade de movimento na hora de soltar, diferente dos pretos que ficam com menor mobilidade, ou seja travam em apenas uma posição o pé!

Ufa! Ainda bem que os meus são os vermelhos, que quando comprei as sapatilhas nem sabia direito como seriam, pois fiz a compra pela internet, no Mercado Livre e, elas já tinham sido usadas. A dona me afirmou que tinha pouco uso, como de fato notei que era mesmo isso que me disse por causa do tempo que os taquinhos duraram comigo, eu usei-os bastante. Foram mais de dois anos de uso. Mas, o problema da regulagem do taco com o pedal sempre é um pouco "chatinho de acertar" depois fica bom.

Volto a falar em como o ciclocomputador é importante num pedal de estrada, porque ele nos deixa a par de como estamos desenvolvendo a velocidade, o ritmo e o tempo do pedal. No meu caso hoje para ir à Gravataí ajudou inclusive pela kilometragem calculada por mim antes de ir. As distâncias que se encontra no google variam bastante. E de fato notei que a distância pela Freeway BR 290, foi mais longa que a volta pela RS118 por dentro de Gravataí e Cachoeirinha um área mais urbana e vias mais esburacadas e bem desnivelada na margem direita por onde trafego sempre.

Quando entrei na 290 vi uma sinalização com a kilometragem, e era assim: 4km Assis Brasil, 5km Cachoerinha e 17km Gravataí, total 26km. Fui olhando sempre para o velocímetro, mas a sinalização lá prá frente foi muito ruim a meu ver, pois ao chegar em Gravataí apenas vi uma entrada à minha direita que era bem sinuosa e que dizia apenas SAÍDA. Passei batido e só depois de mais 4km foi que achei como atravessar para o outro lado. Nem era um retorno, mas era seguro trocar de pista sendo eu uma bike, agora talvez se fosse um carro ou caminhão pudesse ser mais difícil.