14 de jun de 2010

Qual o peso de uma bike?

Me pergunto, e aos amigos bikers se vocês algum dia se questionaram sobre os pesos de cada bike suas?

Fui viajar recentemente e resolvi que levaria a magrela junto! Pois bem, meu dilema foi quanto ao peso de cada uma! Como estava emcima da hora, e tudo mais, resolvi levar a bike mais usadinha, e com revisão mais recente, e sem pesá-la, na cara e na coragem. O limite de peso sem cobrança era de 26kg. Meus quadros todos são menores, pois tenho apenas 1,60m e peso 53k. Idealizei de levar a speedy, mas com nosso tempo inconstante, sujeito a chuvas e trovoadas repentinas, decidi-me mesmo pela MTB. Difícil mesmo foi dobrar o guidon, já que o aperto dado na loja, na ocasião da revisão ficou demais de duro de abrir e de soltar. Paciência! Que quando ponho algo na cabeça, tenho que fazer. E aperto ali, e empurro aqui, e por fim, ela entrou bem certinha dentro da caixa de papelão. Segundo alguns colegas experientes em transportar via aérea suas bikes, o papelão é o meio mais seguro e confiável! Desde então, eu passei a utilizar-me deste meio.

Tudo certinho! E eu agora chegando ao Aeroporto Internacional de Navegantes tinha que providenciar um local para guardar a caixa, pois dali seguiria pela BR101 até Balneário Camboriú, no pedal. São 40 e poucos kms e ventava bastante, apesar do céu claro e limpo num dia bem diferente de minha cidade Porto Alegre que, estava com muita nebulosidade e céu carregado, quando embarquei de manhã rumo a minha aventura! Muito legal pedalar nesta BR, já que tem muito carro, bastante carretas, e caminhões indo à Curitiba, e talvez São Paulo. Já tinha lido sobre uns guris contando no site da O2 na internet, um percurso de uma cidade antes de Navegantes até Porto Belo, perfazendo um total de 76km. Tirando um trecho de estreitamento na pista, por motivo de recapeamento que por sinal, fez o fluxo parar por muitos kms, segui tranquilinha pelo "meu aocostamento". Os motoristas passam a milhão nesta estrada! Isso me fez ficar sempre ligada, quanto às condições do asfalto no acostamento que, variavam de ora bom, ora nem tanto, mas dava prá seguir num ritmo bom. Tags: BR101, ciclismo

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