17 de abr de 2011

O uso do ciclocomputador na bike


Pulei cedo da cama, apesar de ser domingo, para ir ver a chegada da última etapa da Volta Ciclística Internacional de Gravataí.
Pensei de levar apenas o mínimo necessário como: camara, kit conserto, água, bomba, máquina fotográfica, bolsinha atrás do banco, e imaginar um jeito de arrumar sem que tampasse a luzinha, que em caso de mudança de tempo é bem importante estar sinalizada.

Incrível como são os hábitos cotidianos. Enquanto me acostumo a pedalar na cidade que moro e nem me preocupo em usar bolsinha na bike, pois estou sempre de mochila e acabo colocando tudo dentro mesmo que sobrecarregue as costas e seja normal de quando em quando surgirem dorzinhas chatas no pescoço, braços e ombros.

Outros hábitos perdidos na cidade, um deles é o do uso do ciclocomputador, a camisa com bolsos traseiros e a bermuda acolchoada. Esta me fez resistir por um bom tempo a adquirir e utilizar. Confesso que só não chego ao ponto de subir numa magrela vestindo sainha, e nem calça jeans! Mas considero de grande valia estes itens todos para se pedalar em segurança e com conforto.

Passei algum tempinho sem usar a sapatilha na speed, porque tive que trocar o taquinho que nela é o vermelho de plástico, ele tem maior facilidade de movimento na hora de soltar, diferente dos pretos que ficam com menor mobilidade, ou seja travam em apenas uma posição o pé!

Ufa! Ainda bem que os meus são os vermelhos, que quando comprei as sapatilhas nem sabia direito como seriam, pois fiz a compra pela internet, no Mercado Livre e, elas já tinham sido usadas. A dona me afirmou que tinha pouco uso, como de fato notei que era mesmo isso que me disse por causa do tempo que os taquinhos duraram comigo, eu usei-os bastante. Foram mais de dois anos de uso. Mas, o problema da regulagem do taco com o pedal sempre é um pouco "chatinho de acertar" depois fica bom.

Volto a falar em como o ciclocomputador é importante num pedal de estrada, porque ele nos deixa a par de como estamos desenvolvendo a velocidade, o ritmo e o tempo do pedal. No meu caso hoje para ir à Gravataí ajudou inclusive pela kilometragem calculada por mim antes de ir. As distâncias que se encontra no google variam bastante. E de fato notei que a distância pela Freeway BR 290, foi mais longa que a volta pela RS118 por dentro de Gravataí e Cachoeirinha um área mais urbana e vias mais esburacadas e bem desnivelada na margem direita por onde trafego sempre.

Quando entrei na 290 vi uma sinalização com a kilometragem, e era assim: 4km Assis Brasil, 5km Cachoerinha e 17km Gravataí, total 26km. Fui olhando sempre para o velocímetro, mas a sinalização lá prá frente foi muito ruim a meu ver, pois ao chegar em Gravataí apenas vi uma entrada à minha direita que era bem sinuosa e que dizia apenas SAÍDA. Passei batido e só depois de mais 4km foi que achei como atravessar para o outro lado. Nem era um retorno, mas era seguro trocar de pista sendo eu uma bike, agora talvez se fosse um carro ou caminhão pudesse ser mais difícil.

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