29 de jan de 2008

Ventos, água e fogo nas pontes no Guaíba.


Domingo é dia de missa? Também. Mas é dia de alongar e de tomar bastante sol!
O dia não parecia prometer muito céu ensolarado, mas mais tarde isso se mostrou contrário.
O convite veio do Rodrigo que como já estava na cidade de Guaíba, propôs ir até Barra do Ribeiro, e depois se empolgou e sugeriu irmos à Tapes.
Nossa, eu achei muito chão para ir num dia só!

Estava com minha bike com os freios travando e não reconhecia que esse problema era muito simples de sanar, bastando afrouxar uns parafusinhos dos freios e ajustando outros.
Foi assim que aprendi, na verdade... olhando o Rodrigo ajeitar a bike encima da primeira ponte do Guaíba, que foi onde ele veio me esperar por volta de umas 9:15hs da manhã.

Saímos pedalando ainda sem saber direito aonde ir. Talvez até o restaurante das Cucas, muito freqüentado, mas como soube com precinhos meio salgados para um pedal de um dia.

Assim, fomos indo até que chegamos na bifurcação que segue na estrada rumo a Charqueadas, o mesmo do itinerário dos Audax de Porto Alegre. Me lembrei de um convite antigo de um sindicato de classe, que organiza, uma vez por ano, um evento no Aeroclube de Eldorado do Sul. Sugeri conhecermos o restaurante de lá. Porém, como ainda era muito cedo para almoçar, seguimos até o pedágio mais 4 km a frente. Voltamos e agora sim o restaurante já funcionava. Durante o ano, eles servem refeições aos aprendizes de piloto e funcionários por apenas R$ 6,50 com refri, mas com as férias eles estavam apenas servindo refeição para o pessoal do Aeroclube, por R$ 3,00, com sobremesa e refri. Muito boazinha a comidinha. Valeu a pena.

Ainda fizemos umas fotos do local, seguida da aparição de uma pequena corujinha que ensaiou posses imitativas do seu fotógrafo. Muito hilário!
Saímos novamente afim de parar em algum lugar em que pudéssemos terminar o dia, que se fazia muito quente e com um ventão daqueles.

Chegamos em Guaíba e passamos por muitas pequenas queimadas na estradinha nova, por dentro do bairro Santa Rita. Ligamos para os bombeiros virem, porém não atendia e quando chegamos na cidade, mais outro foco de fogo e fumaça na mata. Nessa pelo menos eles estavam tentando controlar. Outro foco na saída para estrada. E eles ali novamente apagando incêndios que julgo criminosos contra o meio ambiente e aos motoristas na estrada.

As águas do Guaíba estavam muito escuras e agitadas pela força dos ventos, mas também muito bonito de se ver. Outra beleza da cidade são os cavalos que vimos presos debaixo de árvores no antigo e desativado Matadouro São Geraldo, que aliás poderia ser estudada sua restauração.


Voltamos com estrada bastante movimentada e num ritmo lento, devido a força do vento que não saberia dizer se era um Nordestão, em determinados momentos, ou noutros um Nordestinho.
Ainda pegamos caindo nos rios, um belo pôr-do-sol de cima das pontes.
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