22 de mai de 2011

Os 10km que viraram 11,80


Hoje acordei e fui direto, depois de tomar um café, até a largada da 28a Maratona Internacional de Porto Alegre. Passei por muitos trechos pelo caminho que estavam fechados e era por onde os corredores da Maratona passariam, ou melhor como já era perto das 7:15h eles todos já tinham largado de lá da frente do Barra Shop.
Muito se elogia o percurso desta corrida porque passa por belos pontos da capital.

Eu encima da minha bike ia curtindo a tranquilidade das ruas, mas volta e meia sentia e ouvia o encomodo barulhão do motor de um veículo que passava por mim correndo. Isso é muito agressivo mesmo, pois são nestes momentos, em que está tudo mais calmo, que podemos ouvir um passarinho cantando e, de um segundo para o outro aquele estrondoso ruído de um motor se aproximar!

Fui indo, ora na manha, ora me puxava mais, pois minha prova seria por volta das 8:30h, mas cheguei bem antes das 8:00h.
Felizmente!
O dia estava iniciando prometendo ser um dia bem quente apesar da estação de outono. Chegar inteira lá me fez bem. Botar a bike em um local ainda é meio complicado, apesar de que descobri outro dia um paraciclo no shopping, mas ele fica meio distante do local da largada da prova, porisso ajeitei a bike num engradado próxima a outra bike. O problema foi que tinha um tipo de caminhão que gerava eletricidade e ele soltava uma fumaça entoxicante!

Ao chegar para me trocar e deixar minhas coisas notei que a organização do guarda-volumes era impecavél. Inclusive, como não tinha quase ninguém na minha frente pude pedir ajuda para colocar os dois números, sendo que um era no peito e, outro nas costas. Pude ainda fazer umas fotos e em seguidinha já encontrei algumas gurias que tinha encontrado na corrida das Rústicas da Redenção, da qual nós tínhamos feito no sábado, 8km dentro do parque, no final da tarde, às 16:00 h.

Tive medo de forçar as pernas e não completar bem a Rústica dos 10km, que viraram 11,80, pois a organização da prova aumentou a distância do circuito. Muita gente não gostou da mudança. Também achei ruim, o atraso da largada em 5 a 10 min. Durante a prova não vi fiscais, e notei pessoas acompanhando corredor dentro do circuito com bicicleta, oque atrapalhava aos corredores.

Apesar de que me encontrei no quiosque da água Itati, que tem um amigo diretor que também é ciclista, o Marcos Netto, ele me falou do apoio aos maratonistas cadeirantes, no que eu dou total aprovação pela participação oficial deles neste ano. Este amigo contou-me que um grupo de ciclistas acompanhou a largada dos cadeirantes. Eu não vi isso. Oque aconteceu foi que o circuito tinha bastante subidas na ida e, algumas na volta. Na volta o sol começava a se fazer presente e pelo fim do trajeto notei poucos pontos de distribuição de água que não eram feitos pela Itati.

Então, senti que a prova ficou mais difícil ainda, e quando eu adentrava a Av. Diário de Notícias o primeiro corredor da Maratona passou por mim, com todo aquele apoio abrindo a passagem, mais a barulheira das buzinas. João Marcos Fonseca chegou em 2:20:49 e a marca do ano passado não foi superada tendo sido alcançado o record na marca de 2:14 h. Quem me contou me foi um corredor que chegou em 7o. lugar, e era da mesma equipe do vencedor que vestia a camiseta do E.C. Cruzeiro de Minas Gerais.

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